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Comprar da Europa inverte movimento do futebol brasileiro

O esporte mais popular do país vive um novo momento. Naturalmente, ainda há saídas de jogadores como em outros tempos, mas o que vemos atualmente, são equipes mantendo seus principais jogadores ou até mesmo passando a comprar da Europa nomes que para lá foram em busca da sonhada independência financeira. É uma prova de que, ao menos hoje, há um equilíbrio maior entre os dois mundos.

Comprar da Europa ou outros centros resolve? Repatriar é a solução?

Apesar desse movimento todo de retorno ao país de nomes importantes, ou até mesmo a importação deles, como o caso de Seedorf, no Botafogo, o que ainda assistimos é um verdadeiro crescimento das dívidas absolutas dos times do país. O que faz surgir a pergunta: vale à pena comprar produtos importados, sim, produtos, pois o amor à camisa, foi-se há muitos e muitos anos e o custo é alto, muito alto e às vezes são descartados como tal!
Para se ter uma idéia, os times do Rio de Janeiro, que têm dívidas incontáveis, juntos trouxeram nos últimos cinco anos, nomes como: Deco, Juninho Pernambucano, Seedorf, Adriano, Loco Abreu, entre outros. São bons nomes, que dão resultado, mas geram um custo grande aos times. Além disso, cada vez que passa o tempo, observa-se um esquecimento das categorias de base, o que para a saúde financeira dos clubes, é terrível.

Casos como do Santos e Vasco chama atenção

No meio de saídas e chegadas, Vasco e Santos entendem que nem tudo se resume a vender e vender ou ainda importar da Europa ou outros centros. Manter ídolos refaz o sentimento bom da torcida, enche de orgulho quem, de fato, vive o clube. Claro, que apesar desse lado bom, temos casos como o de Ganso, que foi embora justamente para um rival, ou ainda, o Vasco, que manteve Dedé, mas perdeu a espinha dorsal do seu grande time de 2011.

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